sexta-feira, 27 de junho de 2014

O Tal Amor ...

Leviano com suas verdades tornou-se pejorativo estigmatizado como senhor de "falacias", mal interpretado em sua visão do que é amor se limita apenas a paixões. Não que precise de outros corpos para preencher o vazio que o habita mas acredita que amar é para nobres como romancistas do seculo XV. E porque remete-se e não ter o mesmo apogeu feminino? deseja a ternura de olhares em manhãs de "quartas feiras" enquanto folheia um jornal de ontem a sombra de silhueta feminina usando sua camisa favorita secando os cabelos com um barulho insuportável e fazendo criticas sobre suas prioridade para o amanhã.
Embraiado a dificuldade em expressar teu sentimento o que de fato o move permanece preservado, sereno sabido de sua juventude não apressa fatos circunstancias não se deixa mover por modelos que deram certo. A magia do  "Amor" ainda é ambígua no sentido literal em seu âmago ele a desconhece por completa dado a suas vivencias, outrora "amou" , chorou si auto flagelou  então retornou . 

Seu coração anda em espreita  cultivando  ilusões , galgando emoções de suas projeções questionadas a todo instante em sua mente. Si amar é para nobres a verdade é primeiro passo a esta plenitude mentir será sempre refugio de insensíveis e isso é omissão ao seu ser.
O fardo é pesado mas este é o justo preço do preparo a uma causa maior. 
Espero voltar aos 60 , 70 anos e parafrasear sobre a magia do amor por conta hoje fico entre linhas é preciso maturar muitas paixões para ponderar o indefinível ... o tal do Amor.   
        

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